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11/09/2019 - 10:53 - Atualizado em 11/09/2019 - 10:55
Equipe da UFU vai investigar a leishmaniose em Uberlândia
Estudo nos bairros Jardim Ipanema e Mansões do Aeroporto também identificará o nível de conhecimentos, atitudes e práticas preventivas para a doença
por Autor: 
Hermom Dourado

Infecção por leishmania ocorre inicialmente em cachorros. (Foto: Fernando Oliveira)

 

Um grupo composto por docentes e alunos de cinco cursos da área de saúde da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) dará início, ainda neste mês de setembro, às atividades de campo do projeto "Inquérito sorológico e de conhecimentos, atitudes e práticas sobre leishmaniose visceral em Uberlândia". Os principais objetivos do trabalho científico são analisar a prevalência da infecção por Leishmania chagasi nos bairros Jardim Ipanema e Mansões do Aeroporto e promover ações para combater o problema.

De acordo com o professor Jean Ezequiel Limongi, um dos coordenadores do projeto, em janeiro de 2008 a Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Uberlândia foi notificada a respeito do primeiro episódio de leishmaniose visceral (LV) humana no município. O caso envolveu uma criança de apenas seis meses de idade.

No mesmo período, o Centro de Controle de Zoonoses de Uberlândia conduziu inquéritos entomológicos e caninos nos bairros Jardim Ipanema e Mansões do Aeroporto, confirmando a presença do vetor Lutzomyia longipalpis, bem como cães positivos para a infecção por leishmania. “Por conta disso, atualmente, os bairros Ipanema e Mansões do Aeroporto são considerados áreas endêmicas para a doença. Eles concentram uma população aproximada de 18.430 habitantes”, informa Limongi.

Ainda de acordo com o docente da UFU, durante os próximos meses, a equipe do projeto realizará visitas a estes dois bairros objetivando efetuar a coleta de sangue de 328 moradores selecionados aleatoriamente e aplicar um questionário que visa a caracterizar o perfil sociodemográfico dos entrevistados, levantar os fatores de risco e avaliar o conhecimento, atitudes e práticas sobre a doença.

“Ao final deste levantamento, os participantes receberão informações sobre o respectivo laudo laboratorial e serão orientados quanto ao resultado. Igualmente ao término do inquérito, os moradores também terão acesso a uma cartilha sobre as medidas de prevenção e controle da LV”, acrescenta o coordenador.

 

>>> SAIBA MAIS:

Cartilha do Ministério da Saúde sobre a leischmaniose visceral

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